Um Passeio pela Covilhã

estrada_serrashutterstock_49852195.jpgTudo começou com uma ida à Serra da Estrela em Fevereiro. A Covilhã não era o principal destino, mas certamente que numa próxima será!

Após os cortes no orçamento que me impedem viajar para fora, comecei por viajar cá dentro e só agora percebo o quão “excêntrico” era não visitar cidades Portuguesas e optar ir para fora. Tem sido sem dúvida alguma fantástico conhecer as cidades que temos pelo nosso Portugal fora. Infelizmente não foi algo voluntário, mas tudo acontece por uma razão.

O cliché de ir fazer um boneco de neve no Inverno também me afectou este ano. Deu-me uma súbita vontade de ir brincar para a neve. Ao deparar-me com a lotação esgotada com as unidades hoteleiras nas Penhas da Saúde vi-me obrigado a afastar-me do principal epicentro gelado de Portugal e acabei por ficar na Covilhã, uma cidade relativamente perto da Serra (17km).

Foi aí que descobri uma cidade bastante remota do habitual, mas foi talvez isso que me fez ficar a adorá-la. Localizada no interior, uma cidade em que ao virar da esquina possui uma paisagem espectacular para todos aqueles que tem uns olhos bastante sensíveis como eu, já para não falar que é uma bela cidade para quem gosta de tirar fotografias.

Outra coisa que me fascinou foi a quantidade de estudantes que por lá andam… Pelo que  me foi dado a perceber de Setembro a Junho metade das pessoas que por lá andam são jovens estudantes, sendo a maioria deles estudantes da Universidade da Beira Interior, uma universidade que teve bastante impacto no dia-a-dia daquela cidade.

Universidade da Beira Interior
Universidade da Beira Interior

Para além disso é impressionante a quantidade de obras de arte que existem naquele belíssimo centro histórico. Uma excelente maneira de reformular uma cidade, não descurando a sua identidade mas ajudando-a torná-la mas interessante e apelativa. Para além da Covilhã visitei algumas cidades/vilas ali perto e descobri sítios belíssimos para dar uns mergulhos no Verão. Certamente irei voltar em Agosto.

Depois conto como foi 🙂

 

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Hemorróidas

Como blogger responsável e assíduo que sou hoje trago-vos outro tema: como tratar hemorróidas. É algo que provavelmente já incomodou muitos de vós e é sem dúvida aquele problema que nunca vem só.

Associado às hemorroidas vem o receio de falar com alguém sobre o tema por ser um tema tão íntimo e sensível. Sangue nas fezes, comichão no ânus, dificuldade em evacuar, dor no ânus? São sintomas que te são familiares? Então este post é para ti. Antes de prosseguirmos, se quiseres uma informação mais detalhada e assertiva sobre hemorroidas externas passa neste link.

Quem já sofreu de hemorroidas certamente sabe ao que me refiro. Foi difícil agrupar esta informação, portanto leia com atenção e as hemorroidas não mais farão parte do seu dia-a-dia. Primeiro, a sua alimentação é importantíssima! Para a sua saúde no geral, e em particular para as hemorroidas. Deves incluir alguns cuidados na tua alimentação, como beber bastante água por dia (1,5l de água por dia), ou evitar ingerir alimentos processados.

Para além da alimentação, adotar determinados comportamentos serão uma mais-valia para poderes encarar alegremente o teu dia, sem problemas desnecessários. Estás a ver a tua sanita? Em parte, ela pode ser culpada por muitos problemas intestinais que te vão aparecendo. Não quero que voltes ao séc. passado e uses a retrete que os teus avôs usavam, mas vou-te dar um aliado infalível! Eu comprei este banquinho e adorei. Os meus intestinos adoraram e nada melhor que aliar o conforto da minha casa de banho à posição correta para evacuar.

Está gravida? Então saiba que as hemorroidas externas são mais normais no período de gravidez. O facto de as hemorroidas na gravidez serem mais normais, não significa de todo que não devam ser tratadas.  Pelo contrário, a vida é muito curto para viver com dores.

Quase me esquecia, lembraste de ter falado que devemos ingerir bastante fibra? Li vários estudos científicos que dizem que devemos ingerir entre 25 a 35 gramas de fibra por dia. Ok, é complicado, mas porque não usas um suplemento? Eu recomendo psyllium, é muito fácil implementares o psílio na tua dieta. (Não foi erro meu, podes dizer psílio, ou psyllium). E para além de ser ótimo a regular o nosso trânsito intestinal também ajuda a emagrecer. Eu já perdi 3kg desde que comecei a usar.

Depois deste resumo que vos dei, penso que o meu blog deveria ser seriamente considerado como serviço público. Até ao próximo texto.

 

A paixão pela pesca desportiva

Lembram-se do tema do 1º blog ser a busca, por vezes, utópica da felicidade? Hoje vou-vos falar sobre algo que me ajuda a libertar o stress sempre que posso: a pesca desportiva.

A pesca é uma das formais mais antigas de caça e enquanto profissão e trabalho é algo que sempre foi muito importante ao longo dos tempos, pois sempre permitiu ao Homem alimentar-se e alimentar os outros. Hoje em dia, há várias restrições no que concerne à pesca porque é importante conciliar o consumo de peixe com a preservação das espécies, mas falar-vos-ei destas questões noutra altura. Neste post pretendo explicar o que despoletou o meu interesse pela pesca desportiva.

Mar dos Açores

Foi numa visita aos Açores, ilha de são Miguel para ser mais preciso, que fiquei encantando… bem, com tudo. A hospitalidade dos habitantes, as belezas naturais que estão dispersas por toda a ilha – um autêntico paraíso terrestre. Foi também lá que pratiquei pela primeira vez pesca desportiva. Estava com uns amigos que já estavam inseridos no mundo “piscícola”, e então, ao marcarmos a viagem todos eles já tinham pesquisado sobre como fazer um passeio marítimo na costa da Ilha de São Miguel.

Sempre imaginei que fosse algo banal, mas foi realmente uma coisa que me fascinou. Antes de mais, deixo-vos aqui o link do local onde experimentei pela 1º vez a pesca desportiva. Fomos muito bem atendidos e sempre que voltamos a São Miguel vamos lá. Posso até dizer que anualmente fazemos uma visita aos nossos amigos.

Se pensarmos bem, exercer a profissão de pescador não é fácil. A agitação marítima pode tornar o trabalho difícil e perigoso, porém isto é diferente. É algo que não faço todos os dias e então sempre que faço sinto uma enorme libertação por andar no mar. O mar é das coisas mais enigmáticas que possuímos, a sua imensidão, a sua profundidade, o barulho das ondas… tudo nele me fascina e inquieta.

E aliar o prazer de “andar” no mar à descoberta das espécies que nele habitam é a simbiose perfeita. Ah…quase me esquecia. Desta última vez que visitamos os nossos amigos em Miguel optamos por um pack que nos permitia ver o pôr-do-sol no mar. Não vos consigo descrever a beleza do momento. Deixo-vos aqui o link do pack que nós escolhemos e se quiserem também podem ver as fotos para perceberem melhor a minha admiração.

Quem me dera nunca ter feito pesca desportiva, para ter novamente a sensação que tive na primeira vez que experimentei.

Saber bem viver

5-soluções-para-5-dificuldades-do-escritor.jpgEstá feito. A partir de aqui o meu centro nervoso comandará os meus dedos para deambularem sobre o teclado. Quero partilhar convosco os meus desabafos, as minhas rotinas, os meus medos, mas sobretudo partilhar o que me faz feliz, e o porquê. Não sou feliz porque sim. Nada existe sem uma causa, e eu tenho as minhas.

Nem só a nascença e a morte nos tornam iguais. Para além destes dois, há muito mais a unir-nos. Todos somos ser pensantes (uns mais que outros) e certamente que há pensamentos que nos conectarão.

Para procedermos esta espécie de simbiose digital, nada melhor que saberem quem vos escreve, e porquê. Catalogaram-me como Manuel Gonzalez, estou a tirar uma licenciatura em Psicologia, faz amanhã dois anos que atingi a maioridade e sou feliz comigo, com os outros e com a vida. – Os 3 vértices fundamentais para “saber bem viver”. Não se cria um blog sem clichés, portanto, se lerem alguns não se admirem. Os clichés existem, e são tão reais como eu.

Estou a atravessar uma fase mais boémia da minha vida, mas penso que tudo é saudável, se for feito com moderação. Sempre fui muito acarinhado pelos meus pais, e ter conseguido convencê-los a deixarem-me vir estudar para fora foi uma luta, mas está a valer a pena.

Sairmos da nossa zona de conforto traz-nos aprendizagens inexplicáveis. Eu saí da minha e estou a adorar…quase tudo. Uma das coisas que me está a custar, é ter de ativar o modo “dono do lar”. É esse modo que também me vai tirar tempo para escrever mais vezes. Agora que comecei, não vou querer outra coisa. Mas como digo, tudo deve ser feito com moderação… até a escrita. Caso contrário cansa. Vêm? Se calhar até tenho razão.

Nada se obtém sem esforços, e eu estou a fazer os meus. Não tenho a minha mãe para me acordar, não tenho a minha mãe para me preparar o pequeno-almoço, nem o almoço, nem o lanche nem o jantar… Não tenho a minha mãe para me preparar a roupa, para a lavar, para a passar a ferro. Mas sabem o que tenho? Um outro eu que desconhecia.

E o melhor desta experiência está a ser isso, conhecer-me melhor para reconhecer o valor dos outros. Neste caso reconheci o da minha mãe. Não deveria de ser preciso este tipo de situação para reconhecer o valor de alguém tão importante para mim, mas quando nos habituamos a algo o seu valor vai baixando com o passar do tempo e às vezes precisamos de mudanças repentinas para reconhecer valores que as pessoas tinham, nós é que ficávamos “cegos”.

Hoje deixo-vos uma recomendação: esta série inquieta-me. Sei o que sou, mas até que ponto é que posso ajudar e ser mais prestável para os outros? 13 Reasons Why tem mexido bastante comigo, e aconselho-vos a ver. Hoje fico por aqui.

Em breve terão notícias minhas, onde explicarei o meu sentido sobre a expressão PAN PAN VINO VINO. See you!