Treinar o cérebro para mais e melhor

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Há dias em que nos sentimos mais cansados, tanto por causa de trabalho ou de problemas pessoais. O que podemos fazer para que o nosso cérebro funcione melhor e não estejamos tão focados no lado negativo das coisas? Quando o nosso cérebro está cansado, temos a tendência de nos desligarmos facilmente. Distraímos-nos facilmente e a nossa mente não fica tão ágil a resolver problemas.

O cansaço mental pode manifestar-se de diferentes formas: através do cansaço físico, ao fim do dia, só nos apetece ficar deitados no sofá a relaxar e não pensar em mais nada, pois, mesmo que estejamos sentados à secretária o dia inteiro, o nosso corpo sentir-se-à exausto e sem energia. A impaciência e irritabilidade também são sinais de cansaço mental, como ficar irritado com uma coisa mínima. Quem está exausto mentalmente é incapaz de se concentrar, o que se traduz em ser mais difícil acabar trabalhos ou tarefas, e até tomar decisões. Todos os dias enfrentamos desafios e tomamos decisões. No fim do dia, o que nos resta? Pouca energia mental e cansaço físico. Isto leva-nos que, depois, tomemos decisões precipitadas ou erradas, e acabemos por preferir ir dormir do que fazer alguma coisa produtiva. Para evitar isto devemos ter algumas decisões já pré-definidas como, por exemplo, ter o jantar já preparado para os dias mais stressantes, de modo a que não tenhamos que fazer grande esforço mental para decidir aquilo que vamos cozinhar. Uma forma de evitarmos a fadiga mental é, também, fazer escolhas saudáveis no que toca a alimentação. Depois de um dia cansativo, pode surgir a vontade de comer algo calórico, pois procuramos mais calorias e por sentirmos o corpo cansado também. No entanto, temos que saber escolher, pois a alimentação tem um papel importante na saúde do nosso cérebro.

Ao estarmos constantemente embrenhados no trabalho, muitas vezes esquecemo-nos de  fazer uma pausa ou de fazer as refeições a horas. Devemos sempre tirar pelo menos uns minutos de duas em duas horas para esticar as pernas (se for o caso de trabalharem em frente ao computador) e estar atentos quanto à hora das refeições. Façam pausas, olhem pela janela, dêem um passeio. Fará-nos distrair um pouco e permitir-nos-à voltar ao trabalho com outro ânimo. É importante que também depois do trabalho façamos caminhadas, de modo a libertar o stress acumulado. Na hora de dormir, deixem o trabalho de lado. Quando voltarem, ele ainda estará lá. Concentrem-se em dormir bem, pelo menos oito horas por dia.

É importante também exercitar o cérebro, em forma de passatempo. Tanto pode ser a fazer palavras cruzadas, como sudoku. É uma forma de manter o nosso cérebro relaxado e, ao mesmo tempo, exercitá-lo. Também é importante que façamos coisas de que gostamos, após sair do trabalho. Ler um livro, ouvir música ou ver um filme são boas opções. É essencial percebermos que o trabalho não é tudo na vida e que não devemos viver para ele. Primeiro está o nosso bem-estar, físico e mental. Por isso, procurem tirar alguns momentos para si e para relaxar.

A importância de viajar

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Como podem já ter reparado por posts que já fiz, gosto muito de viajar. Independentemente do sítio, para mim, não existe dinheiro mal gasto no que toca a viajar. Para mim, não há nada melhor do que sair da rotina e expandir horizontes. Devem estar a pensar “mas para viajar é preciso ter muito dinheiro” digo-vos, desde já, que não é necessariamente verdade. Podemos poupar bastante durante as viagens se as fizermos de forma inteligente. Hoje em dia existem muitas opções baratas, como viagens low cost, hosteis e restaurantes com refeições baratas. Não precisamos de ir em executiva no avião, nem ficar no melhor hotel da cidade ou ir comer no restaurante mais caro. Podemos ter uma experiência tanto ou mais gratificante se soubermos gerir o nosso dinheiro. Ao viajar, irão aperceber-se que muitas das coisas que lêem online não correspondem à realidade e que alguns sítios são mais bonitos do que as fotos. Viajar permite-nos conhecer novas pessoas, novos lugares, novas culturas. É uma lufada de ar fresco que todos devíamos experienciar.

Ao viajar, apercebemos-nos de quão grande o mundo é, e o quão nós e as nossas preocupações são pequenas. Descobrimos coisas sobre nós que nem tínhamos noção e isso é muito gratificante. Apercebermos-nos de capacidades que não conhecíamos melhora-nos a auto-estima. Relaxa-nos a mente e, apesar de estarmos cansados dos dias de “andar para trás e para a frente”, estamos felizes. É importante fugirmos da rotina, adaptar-nos a novas mudanças e ganhar experiências positivas. Para muitas pessoas, é difícil entender alguns costumes e tradições de outras culturas. Para isso, nada melhor do que ir lá visitar e experienciar essa cultura, conversar com pessoas nativas, de modo a perceber melhor. Muitas vezes, as viagens ajudam-nos a abrir a mente e a perceber os outros melhor.

Quebrem a vossa rotina!

A importância do cidadão na vida política

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Hoje vou trazer um tema diferente daquilo que costumo escrever, mas que surgiu durante uma conversa que tive recentemente, e que ao longo da minha vida tem sido um tema de discussão: é sobre a participação ativa da sociedade na política. É comum ouvirmos muitas vezes que os políticos são todos iguais. Ou que “o meu voto não fará diferença nenhuma”. Se todos nós pensássemos assim, então ninguém iria votar, certo? É preciso termos consciência do poder que o voto tem e o impacto que a política tem na nossa vida privada. Na democracia, como temos no nosso país, cada voto é essencial e conta, e mais do que um direito, é um dever nosso. Estamos a escolher os representantes e governantes para o nosso país e a escolha irá decidir a nossa qualidade de vida.

Assim, temos que dar mais importância à política, acompanhando com atenção o que acontece na vida política do nosso país. Os políticos não são todos iguais, e é isso que devemos ter na nossa mente quando formos votar. Sim, existem políticos corruptos, políticos incompetentes. Mas também existem políticos que são dedicados e fazem um bom trabalho na função que desempenham. Para conseguirmos diferenciar um bom político de um mau político, devemos estar atentos às notícias, mas também com espírito crítico e não alimentar notícias falaciosas. Muitas vezes deparo-me com conversas do género “a política é uma desgraça, nem vale a pena ir votar”, mas é preciso perceberem que não ir votar é mesmo estar a pedir para que as coisas continuem uma desgraça. A abstenção é simplesmente a renuncia a um direito que define o futuro de todos, incluindo o seu. Devemos sempre procurar intervir naquilo que nos é possível intervir, e é a votar que mostramos o nosso contentamento ou descontentamento perante a política, e damos a oportunidade de algo ser mudado em áreas importantes como a saúde, a economia, a educação e a segurança. Deve ser nossa obrigação criar um bom futuro para os nossos filhos, netos, e por aí adiante. Mesmo se pensarmos que o nosso voto não tem importância e que não vai fazer diferença, faz! Devemos procurar ser cidadãos ativos na vida política, pelo nosso bem e pelo bem do nosso país.

Soluções naturais para viver melhor

Como indivíduo curioso por natureza que sou, ando sempre a fazer pesquisas sobre que soluções naturais posso incorporar na minha dieta e que me ajudem não só a viver melhor, mas também a resolver alguns dos problemas com que possa deparar-me.

Esta semana tive um pequeno “contratempo”. Não há que ter vergonha de falar disto, porque acontece a toda a gente e quem disser que nunca aconteceu certamente está a mentir. Tive toda a semana com prisão de ventre, que acabou por se refletir na minha aparência e no meu bem-estar. Apesar de estar a “rebentar pelas costuras”, não conseguia evacuar. Sentia-me muito inchado e desconfortável, evitava comer muito porque tinha medo que piorasse a situação. Não conseguia estar parado num sítio pois tinha a sensação de que ia rebentar. Enfim, foi uma semana para esquecer. Após ter tentado alguns truques que a minha mãe me havia ensinado para estas situações (que não resultaram), decidi procurar alternativas naturais e em conta. O que me chamou mais a atenção foram os chás. Eu confesso que nunca fui muito de beber chá, apenas quando estou doente, sou mais um adepto de água. Mas, durante a minha pesquisa, descobri que deveria incorporar o chá na minha dieta, de modo a prevenir algumas situações mais chatas. Os chás ajudam no funcionamento do nosso intestino e podem prevenir o inchaço e os gases. E qual o melhor chá para a prisão de ventre? Vou listar alguns e qual o que funcionou melhor comigo.

  1. Chá de alcachofra: a alcachofra tem na sua componente muitas vitaminas A, B e C, e é muito consumida na culinária. Ajuda a reduzir o colesterol, na digestão de gorduras e previne a prisão de ventre.
  2. Chá de cáscara sagradas: eu, pessoalmente, nunca tinha ouvido falar na cáscara sagrada. Normalmente é utilizado para combater a prisão de ventre, pois tem propriedades laxativas, mas também pode ajudar no emagrecimento, pois diminui a absorção de gordura.
  3. Chá verde: também utilizado para emagrecer, tem efeito laxativo.
  4. Chá de gengibre: altamente usado na culinária, o gengibre é um anticoagulante natural, um anti-inflamatório, ajuda na digestão e, claro, previne a obstipação. E foi este chá que me ajudou bastante.

O gengibre tem imensos benefícios para a saúde, pois ajuda o organismo a absorver os nutrientes, combate as náuseas e a azia, resolve problemas de gases e prisão de ventre e estabiliza o nível de açúcar no sangue.

Claro que os chás devem ser tomados com moderação, porque, como a maior parte das coisas em demasia, acaba por ter consequências.

Escapadinha aos Açores

Como já tinha dito num dos primeiros posts do blog, nas minhas férias aventurei-me e fui aos Açores. Fiz imensas atividades lá, e tinha bastante curiosidade em conhecer especialmente duas localidades: as Sete Cidades e as Furnas. Também gostava de conhecer o resto, mas como não tinha assim tanto tempo, decidi optar por conhecer estas duas digamos, “a fundo”, e não me arrependo nada.

Fiz algumas amizades nas Sete Cidades e nas Furnas, que me deixaram com vontade de lá voltar, só pela hospitalidade. As paisagens também são lindas e sempre que alguém me pergunta qual a viagem que mais me marcou até hoje, eu menciono os Açores.

Já tinha ouvido muita coisa sobre o tempo instável nas ilhas, mas, eu, sortudo, apanhei grandes dias de sol e, claro está!, fui aproveitar. Decidi que um guia seria uma boa aposta, sempre teríamos alguém experiente para nos ajudar. A Azores Paradise Tours (https://www.azoresparadiseprivatetours.com/tours) pareceu-nos bem, e o nosso guia foi impecável! Percorremos os miradouros, comemos o cozido das Furnas, tomamos banho nas águas termais, vimos as famosas lagoas… enfim, foi o máximo e foram, sem dúvida, as melhores férias.

Se estão à procura de algum guia ou de algum motivo para irem aos Açores, não procurem mais!!! Comprem as vossas passagens e façam as vossas reservas!

Não se irão arrepender de visitar um dos maiores encantos que os Açores tem.

Um Passeio pela Covilhã

estrada_serrashutterstock_49852195.jpgTudo começou com uma ida à Serra da Estrela em Fevereiro. A Covilhã não era o principal destino, mas certamente que numa próxima será!

Após os cortes no orçamento que me impedem viajar para fora, comecei por viajar cá dentro e só agora percebo o quão “excêntrico” era não visitar cidades Portuguesas e optar ir para fora. Tem sido sem dúvida alguma fantástico conhecer as cidades que temos pelo nosso Portugal fora. Infelizmente não foi algo voluntário, mas tudo acontece por uma razão.

O cliché de ir fazer um boneco de neve no Inverno também me afectou este ano. Deu-me uma súbita vontade de ir brincar para a neve. Ao deparar-me com a lotação esgotada com as unidades hoteleiras nas Penhas da Saúde vi-me obrigado a afastar-me do principal epicentro gelado de Portugal e acabei por ficar na Covilhã, uma cidade relativamente perto da Serra (17km).

Foi aí que descobri uma cidade bastante remota do habitual, mas foi talvez isso que me fez ficar a adorá-la. Localizada no interior, uma cidade em que ao virar da esquina possui uma paisagem espectacular para todos aqueles que tem uns olhos bastante sensíveis como eu, já para não falar que é uma bela cidade para quem gosta de tirar fotografias.

Outra coisa que me fascinou foi a quantidade de estudantes que por lá andam… Pelo que  me foi dado a perceber de Setembro a Junho metade das pessoas que por lá andam são jovens estudantes, sendo a maioria deles estudantes da Universidade da Beira Interior, uma universidade que teve bastante impacto no dia-a-dia daquela cidade.

Universidade da Beira Interior
Universidade da Beira Interior

Para além disso é impressionante a quantidade de obras de arte que existem naquele belíssimo centro histórico. Uma excelente maneira de reformular uma cidade, não descurando a sua identidade mas ajudando-a torná-la mas interessante e apelativa. Para além da Covilhã visitei algumas cidades/vilas ali perto e descobri sítios belíssimos para dar uns mergulhos no Verão. Certamente irei voltar em Agosto.

Depois conto como foi 🙂

 

Hemorróidas

Como blogger responsável e assíduo que sou hoje trago-vos outro tema: como tratar hemorróidas. É algo que provavelmente já incomodou muitos de vós e é sem dúvida aquele problema que nunca vem só.

Associado às hemorroidas vem o receio de falar com alguém sobre o tema por ser um tema tão íntimo e sensível. Sangue nas fezes, comichão no ânus, dificuldade em evacuar, dor no ânus? São sintomas que te são familiares? Então este post é para ti. Antes de prosseguirmos, se quiseres uma informação mais detalhada e assertiva sobre hemorroidas externas passa neste link.

Quem já sofreu de hemorroidas certamente sabe ao que me refiro. Foi difícil agrupar esta informação, portanto leia com atenção e as hemorroidas não mais farão parte do seu dia-a-dia. Primeiro, a sua alimentação é importantíssima! Para a sua saúde no geral, e em particular para as hemorroidas. Deves incluir alguns cuidados na tua alimentação, como beber bastante água por dia (1,5l de água por dia), ou evitar ingerir alimentos processados.

Para além da alimentação, adotar determinados comportamentos serão uma mais-valia para poderes encarar alegremente o teu dia, sem problemas desnecessários. Estás a ver a tua sanita? Em parte, ela pode ser culpada por muitos problemas intestinais que te vão aparecendo. Não quero que voltes ao séc. passado e uses a retrete que os teus avôs usavam, mas vou-te dar um aliado infalível! Eu comprei este banquinho e adorei. Os meus intestinos adoraram e nada melhor que aliar o conforto da minha casa de banho à posição correta para evacuar.

Está gravida? Então saiba que as hemorroidas externas são mais normais no período de gravidez. O facto de as hemorroidas na gravidez serem mais normais, não significa de todo que não devam ser tratadas.  Pelo contrário, a vida é muito curto para viver com dores.

Quase me esquecia, lembraste de ter falado que devemos ingerir bastante fibra? Li vários estudos científicos que dizem que devemos ingerir entre 25 a 35 gramas de fibra por dia. Ok, é complicado, mas porque não usas um suplemento? Eu recomendo psyllium, é muito fácil implementares o psílio na tua dieta. (Não foi erro meu, podes dizer psílio, ou psyllium). E para além de ser ótimo a regular o nosso trânsito intestinal também ajuda a emagrecer. Eu já perdi 3kg desde que comecei a usar.

Depois deste resumo que vos dei, penso que o meu blog deveria ser seriamente considerado como serviço público. Até ao próximo texto.

 

A paixão pela pesca desportiva

Lembram-se do tema do 1º blog ser a busca, por vezes, utópica da felicidade? Hoje vou-vos falar sobre algo que me ajuda a libertar o stress sempre que posso: a pesca desportiva.

A pesca é uma das formais mais antigas de caça e enquanto profissão e trabalho é algo que sempre foi muito importante ao longo dos tempos, pois sempre permitiu ao Homem alimentar-se e alimentar os outros. Hoje em dia, há várias restrições no que concerne à pesca porque é importante conciliar o consumo de peixe com a preservação das espécies, mas falar-vos-ei destas questões noutra altura. Neste post pretendo explicar o que despoletou o meu interesse pela pesca desportiva.

Mar dos Açores

Foi numa visita aos Açores, ilha de são Miguel para ser mais preciso, que fiquei encantando… bem, com tudo. A hospitalidade dos habitantes, as belezas naturais que estão dispersas por toda a ilha – um autêntico paraíso terrestre. Foi também lá que pratiquei pela primeira vez pesca desportiva. Estava com uns amigos que já estavam inseridos no mundo “piscícola”, e então, ao marcarmos a viagem todos eles já tinham pesquisado sobre como fazer um passeio marítimo na costa da Ilha de São Miguel.

Sempre imaginei que fosse algo banal, mas foi realmente uma coisa que me fascinou. Antes de mais, deixo-vos aqui o link do local onde experimentei pela 1º vez a pesca desportiva. Fomos muito bem atendidos e sempre que voltamos a São Miguel vamos lá. Posso até dizer que anualmente fazemos uma visita aos nossos amigos.

Se pensarmos bem, exercer a profissão de pescador não é fácil. A agitação marítima pode tornar o trabalho difícil e perigoso, porém isto é diferente. É algo que não faço todos os dias e então sempre que faço sinto uma enorme libertação por andar no mar. O mar é das coisas mais enigmáticas que possuímos, a sua imensidão, a sua profundidade, o barulho das ondas… tudo nele me fascina e inquieta.

E aliar o prazer de “andar” no mar à descoberta das espécies que nele habitam é a simbiose perfeita. Ah…quase me esquecia. Desta última vez que visitamos os nossos amigos em Miguel optamos por um pack que nos permitia ver o pôr-do-sol no mar. Não vos consigo descrever a beleza do momento. Deixo-vos aqui o link do pack que nós escolhemos e se quiserem também podem ver as fotos para perceberem melhor a minha admiração.

Quem me dera nunca ter feito pesca desportiva, para ter novamente a sensação que tive na primeira vez que experimentei.

Saber bem viver

5-soluções-para-5-dificuldades-do-escritor.jpgEstá feito. A partir de aqui o meu centro nervoso comandará os meus dedos para deambularem sobre o teclado. Quero partilhar convosco os meus desabafos, as minhas rotinas, os meus medos, mas sobretudo partilhar o que me faz feliz, e o porquê. Não sou feliz porque sim. Nada existe sem uma causa, e eu tenho as minhas.

Nem só a nascença e a morte nos tornam iguais. Para além destes dois, há muito mais a unir-nos. Todos somos ser pensantes (uns mais que outros) e certamente que há pensamentos que nos conectarão.

Para procedermos esta espécie de simbiose digital, nada melhor que saberem quem vos escreve, e porquê. Catalogaram-me como Manuel Gonzalez, estou a tirar uma licenciatura em Psicologia, faz amanhã dois anos que atingi a maioridade e sou feliz comigo, com os outros e com a vida. – Os 3 vértices fundamentais para “saber bem viver”. Não se cria um blog sem clichés, portanto, se lerem alguns não se admirem. Os clichés existem, e são tão reais como eu.

Estou a atravessar uma fase mais boémia da minha vida, mas penso que tudo é saudável, se for feito com moderação. Sempre fui muito acarinhado pelos meus pais, e ter conseguido convencê-los a deixarem-me vir estudar para fora foi uma luta, mas está a valer a pena.

Sairmos da nossa zona de conforto traz-nos aprendizagens inexplicáveis. Eu saí da minha e estou a adorar…quase tudo. Uma das coisas que me está a custar, é ter de ativar o modo “dono do lar”. É esse modo que também me vai tirar tempo para escrever mais vezes. Agora que comecei, não vou querer outra coisa. Mas como digo, tudo deve ser feito com moderação… até a escrita. Caso contrário cansa. Vêm? Se calhar até tenho razão.

Nada se obtém sem esforços, e eu estou a fazer os meus. Não tenho a minha mãe para me acordar, não tenho a minha mãe para me preparar o pequeno-almoço, nem o almoço, nem o lanche nem o jantar… Não tenho a minha mãe para me preparar a roupa, para a lavar, para a passar a ferro. Mas sabem o que tenho? Um outro eu que desconhecia.

E o melhor desta experiência está a ser isso, conhecer-me melhor para reconhecer o valor dos outros. Neste caso reconheci o da minha mãe. Não deveria de ser preciso este tipo de situação para reconhecer o valor de alguém tão importante para mim, mas quando nos habituamos a algo o seu valor vai baixando com o passar do tempo e às vezes precisamos de mudanças repentinas para reconhecer valores que as pessoas tinham, nós é que ficávamos “cegos”.

Hoje deixo-vos uma recomendação: esta série inquieta-me. Sei o que sou, mas até que ponto é que posso ajudar e ser mais prestável para os outros? 13 Reasons Why tem mexido bastante comigo, e aconselho-vos a ver. Hoje fico por aqui.

Em breve terão notícias minhas, onde explicarei o meu sentido sobre a expressão PAN PAN VINO VINO. See you!